Informação sobre a logística fica depois do formulário.
Contato :
whatsapp ( 73) – 99104 5860
email anovafloresta.mail@gmail.com
Nas Fórmulas solidaria o participante ajuda nas refeições, a logística, o acompanhamento da pratica, etc.
A chegada acontece o domingo 16 na tarde entre 14h e 19h, aproveitando a luz do sol.
Entre 14h e 19h organizamos a instalação dos participantes (casas ou acampamento) e compartilhamos informações para facilitar a estadia e se cognescer melhor.
Propomos uma refeição simples (caldo) para pessoas que prefiram ficar no sitio o domingo 16 de noite para descansar e que não desejam ir na cidade.
Se a chegada ocorrer depois de19h precisa informar Anovafloresta. Não fazemos recepção depois de 22h. Nesse caso precisa organizar uma Pousada em Trancoso e chegar no sitio Anovafloresta Segunda 17 de Julho nas 7h de manha antes do começo do curso.
O alojamento no camping é feito dentro do sitio em acampamento protegido do sol. O participante precisa levar sua barraca. E aconselhável chegar antes de 16h para instalar a barraca e aproveitar a luz do dia. Falar conosco se precisa alugar barraca.
O alojamento em casa é feito em quartos compartilhados. O numero de vagas é limitado à 12 pessoas dentro do sitio Anovafloresta. Precisa levar lençóis, toalhas, travesseiro, cobertura. Organizar alojamento em Pousada (se a chegada é depois de 22h) o domingo 16 de Julho, em Trancoso (2 à 3 km do sitio Anovafloresta) pode ser feito com custos adicionais (falar conosco).
As Fórmulas incluem comida completa ovo lacto vegetariana.
Existem espaços específicos para fumantes.
Gostamos de cognescer melhor os estudantes e as preocupações deles em caso que precisa desenvolver temáticas particulares durante o curso. Nessa perspectiva não hesite compartilhar perguntas técnicas antes de chegar.
A pratica acontece de manha, a teoria no começo da tarde. A partir de 15h ou 16h (dependente da temática) é libre para desfrutar de Trancoso (1500m do sitio) ou das praias famosas de Trancoso (700m do sitio).
Algumas praticas são físicas, razão porque começamos cedo, aproveitando da temperatura baixa do começo do dia na Bahia. O horário de começo (entre 7h e 8h) do dia seguinte é anunciado no dia anterior, para se adaptar na meteorologia. O programa do dia seguinte é anunciado também o dia anterior, na tarde.
As técnicas de bio construção não precisam de equipamento particular. Só precisa de roupas apropriadas para chuva se ela acontece durante as etapas ao ar livre.
E aconselhável levar repelente contra mosquitos (temos citronela se você quer fazer repelente natural), levar também estrato de própolis e papel higiênico.
Inscrição
Um sinal de 20% e requerido para registrar-se. Em caso de cancelamento em ate 20 dias antes do inicio um reembolso de 10% é feito (50% do sinal).
O pagamento é feito com transferência bancaria. A conta destinaria e o valor do sinal é enviada por email depois do recebimento do formulário de inscrição.
Anovafloresta organiza cursos de Permacultura desde 2011 em um contexto de regeneração de baixo custo da terra para uma agri- ou horti- cultura sustentável no Nordeste Brasileiro. Se você tem interesso ou quer cognescer melhor as técnicas otimizadas em relação com a abordagem sistêmica não hesite conversar com a gente.
Construção de um Fogão Foguete à lenha durante o curso de bioconstrucao Anovafloresta Julho 2017
As proporções utilizadas no fogão feito durante o curso são de 50cm / 50cm entre o túnel horizontal e a chaminé. Quando adicionamos os tijolos de suporte da panela o ratio comprimento chaminé/túnel aumenta.
Ventagens e desavantagens do fogão a lenha
Vantagens
Pode esquecer a panela no fogão, não vai criar acidente e continuar cozinhar tranquilamente
Os insectos não invadem a panela por causa do calor e da textura do barro
A comida cozida com panela de barro guarda todo seu sabor
Pode monitorar o fogo de morno até muito poderoso
No final da preparação pode fechar as aberturas para
guardar o carvão e utilizar ele na próxima vez ou
permitir uma combustão lenta para produzir carvão, então biochar, então Terra preta do índio, para o jardim. Fechar as aberturas permite também de guardar o calor o que vai guardar a comida quente, vai ajudar a repelir insetos e facilitar a próxima queimada. Quando o fogão é quente e que não tem brasão pode encher com papel e madeira e fechar de novo ele. Vai secar os combustíveis e facilitar a próxima queimada
Permite de aproveitar um combustível renovável quando disponível e reduzir a dependência na energia fóssil.
Desvantagem
A panela fica muita suja com a fuligem. Melhor deixar no fogão e limpar só o interior.
Não pode fazer frituras com olho, para não quebrar a panela
O ecossistema tropical úmido recebe muita energia (sol forte e chuvas abundantes na estação chuvosa) o que significa que as plantas e a fauna são resistentes e poderosas. Nesse contexto criar uma horta orgânica de vegetais como alface e hortaliças maças precisa uma domesticação importante do ambiente com labor e investimento (irrigação, infraestrutura, proteção contro os invasores, ciclos de cultivo mais cuidadosos e complexos), particularmente em caso de cultivo orgânico (sem veneno).
Como organizar a produção de vegetais a fim de resolver esse problema e criar um ecossistema perenial fértil de baixo labor e minimal inputs.
Identificação dos grupos alimentares
O ser humano precisa de proteínas (crescimento e manutenção do corpo, 45 a 65g por dia), carboidratos (energia, 200 a 270g por dia), gorduras (lipídios) e vitaminas e sais minerais (proteção do corpo, 30 a 80g por dia). E importante produzir cada um desses tipos de nutrientes para ter uma dieta completa e ser autossuficiente.
Identificação dos grupos de planta
Plantas perenais são mais nutritivas que as plantas anuais e tem uma estrategia de acumulação de nutrientes que permite um crescimento lento e poderoso. Essas plantas podem se adaptar nas zonas 2 e 3 (um pouco mais fora do centro da fazenda onde tem menor presencia humana) numa horta de Permacultura. Plantas que são colhidas diariamente são colocadas na Zona 1 (perto do centro) para diminuir o labor de movimento na cuida e colheita.
Evocação; A zona 0 é o centro da fazenda, a zona 5 é a área salvagem, na outra extrema. Na Permacultura vamos distribuir os elementos do ecossistema (plantas, animais, infraestrutura) de maneira a minimizar os movimentos ao logo do tempo. Por exemplo a zona 0 é a casa, a zona 1 e visitada diariamente, zona 2 é visitada 2 à 3 vezes por semana, etc. A zona 5 não é domesticada e representa um reservatório de biodiversidade.
Permacultura significa (agri- ou horti-)cultura permanente e se baseia sobre uma estrutura de plantas perenais, plantas poderosas que vão dar estrutura e fertilidade ao solo, armazenar de maneira eficiente a energia do sol (alta nos trópicos) na forma de carboidratos e criar um ambiente estável e equilibrado. Ao contrario das plantas anuais que precisam muito nutrientes, crescem rapidamente, dão sementes e morrem , as perenais vão crescer devagar com pouca densidade de nutriente no solo e produzir muito com pouco labor e sem inputs artificiais. Nessa perspectiva as perenais comestíveis (fruteiras, produtoras denozes, produtoras de partes comestíveis como folhas, tubérculos, sementes, …)representam o rede da vegetação comestível que vai permanecer a produção alimentar. Uma vez estabelecidas estas plantas não vão querer grande esforço para produção alimentar.
Solução de distribuição das plantas numa perspectiva de permanência
Numa perspectiva de reflorestamento, assumindo que o solo é infértil no começo, temos que dividir as perenais comestíveis, identificando as plantas que precisam fertilidade. A Zona 1 é a zona que acumula nutrientes rapidamente por causa da proximidade do centro da fazenda, local de presencia mais frequente do ser humano na fazenda. A cozinha (Zona 0) utiliza muita água e redistribua a água cinza (cheia de nutrientes) na zona 1. O aproveitamento da água da chuva vindo dos tetos se acumula naturalmente também no solo ou em caixas o cisternas que se acham na Zona 1. A intensidade de água disponível na Zona 1 vai acelerar os ciclos biológicos de degradação, solubilização e captação dos nutrientes (mulch) pelas plantas (aumento da fertilidade natural).
A solução consiste em distribuir as plantas da maneira seguinte;
Área de distribuição: Zone 0 (essencialmente Cozinha)
Localização: Jardins vertical que representam as paredes verticais da cozinha com irrigação automática.
Tipos de plantas escolhidos: alfaces, temperos, vegetais fracas anuais (um pouco de perenais também) que precisam ser protegidos das formigas, das lagartas e dos caramujos africanos. Aqui na foto os tubos tem um diâmetro de 100mm, adaptados para pequenos temperos. Utilizando tubos de 150mm de diâmetro para fazer jardim vertical permite de produzir muitas especias hortaliças diferentes. O labor de administração das hortaliças e temperos e facilitado pela irrigação automática e a presencia frequente na cozinha que permite de reciclar as sementes dos vegetais utilizados na preparação da comida e cuidar da saúde, da umidade e fertilização das plantas. Cada manha o borras de café pode ser distribuído nas plantas que faltam de nutrientes. O jardim vertical é utilizado também com viveiro para a criação de plantinhas cuja sementes vem da preparação da comida e que depois são transplantadas nas hortas das zona 1, 2 e 3.
Área de distribuição: Zona 1
Tipos de plantas escolhidos: Perenais comestíveis que precisam fertilidade (ver tabula A). Varias possibilidades podem ser estudadas na localização e maneira de cultivar;
Canteiros que separam os vegetais das raízes das arvores para eliminar competição na rizosfera
Vegetais capais de se adaptar na competição com arvores (batata doce, moringa, taro, bananeiras, mamão, …)
Canteiros que precisam ser protegidos das lagartas e caramujos africanos. A proteção pode ser passiva o ativa;
canteiros de cimento com pilares incluindo água com sal
canteiros com circuito elétrico de baixa tensão.
Canteiros com lona de assombramento para isolar das lagartas e caramujos.
A Zona 1 é uma zona de alta densidade energética com infraestrutura e monitoramento intensivos . O investimento inicial na infraestrutura permite densificar a produção, reduzir os inputs (irrigação gota a gota, fertilização orgânica dedicada as plantas produtivas), e reduzir o labor (canteiros elevados, sombreamento natural de leguminosas fácil de podar, automatização da irrigação, …) .
Nessa zona pode se plantar também anuais que resistam mais nas pragas e são fácil de propagar com sementes (tomates, berinjelas, …)
Área de distribuição: Zonas 2 e 3
Tipos de plantas escolhidos: Perenais comestíveis que precisam menos fertilidade para se estabelecer (ver tabula A)
Tabula A: plantas perenais com partes comestíveis e plantas resistentes que se propagam de maneira vegetativa (Fruteiras doces não aparecem nessa tabula. A ideia e de mostrar as plantas que são utilizadas na preparação de comidas salgadas ou na preparação de bebida tipo cafe e cacau As plantas tropicais tem duas maneiras de se proteger dos animais; substancias toxicas (esses vegetais precisam ser cozidos ou subir um tratamento de transformação, por exemplo maceração), defesas físicas (espinos, cabelos urticantes, rugosidade, etc.)
A textura do solo (ou granulometria do solo) é definida à partir da proporção de argila, silte e areia. A textura é uma noção física que considera os diferentes tamanhos desses três elementos e a qualificação do solo em relação com a mistura desses elementos.
Tamanhos respectivos dos diferentes elementos.
Clay = Argila
Silt = Silte
Sand = Areia
Fine Sand = Areia Fina
Coarse Sand = Areia Grossa
Na Permacultura consideramos que não existe solos inférteis por causa da textura. Cada solo pode ser melhorado com matéria orgânica (ou com biochar) para modificar as propriedades higrométricas e nutricionais.
Nos trópicos o solo e principalmente uma agregação de argila e areia (barro). Essa textura não impermeabiliza o solo o que é que acontece em regiões temperados.
No caso da bioconstrução feita com argila e areia pode se ver que as partículas de argila são muito menor que as partículas de areia e representem a cola na composição do barro.
El Niño é o major fator de influencia meteorológica do Brasil e particularmente do Nordeste, incluindo o sul da Bahia.
O sul da Bahia fica na fronteira entre o Nordeste et o sul do Brasil. Em caso do El Nino as perturbações úmidas do sul do brasil não conseguem passar a cadeia de montanhas ao sudoeste da Bahia e o sul da Bahia pode ficar seco por muito meses junto com tudo o Nordeste.
Aqui soes os links que seguem o fenômeno el Nino ao longo do tempo:
Anovafloresta organiza visitas no sitio com objetivo de informar localmente (Trancoso, Arraial e Porto Seguro) sobre a Permacultura, a bioconstrução e as técnicas que combinam a proteção ambiental e produção de valor agregado.
Para registrar nas visitas ligue para o Whatsapp: (73) 991045860
Pensa em levar um guarda-chuva se o tempo é instável.
A visita comporta 3 temas e uma sessão de perguntas/respostas.
Se você quer falar de um sujeito particular pode nos informar antes da visita para lhe dar mais tempo durante a visita
Conteúdo da visita
Solo e reflorestação
Exemplos de solo
Porque reflorestar?
Corta/queima efeitos
Estratégia de reflorestamento
Categorias de arvores
Pioneiras leguminosas e produtivas
Comportamento de várias árvores e os efeitos das árvores de suporte
Mulching (Serrapieira o cobertura morta)
Valas de infiltração
Abordagem sistêmica na Permacultura
Sectores água e vento
Design do sítio e estratégia de construção da paisagem
Punto chave e represa de água
Zonas e localização do centro
História do sítio e estratégia de desenvolvimento
As duas hortas, manejo das pragas, logística e experimentação
Funções de produção de fertilizantes orgânicos (mulch, galinhas, minhocas, banheiro seco, biodigestor evapotranspiração, pontos de água)
Estufa
Técnicas de Bio-construção
Casa de Adobe + tijolos
Hiperadobe
Pau a pique
Ferrocimento
Frescos e mosaicos
Perguntas e sujeitos particulares
Na fim da visita podemos conversar sobre problemáticas particulares que visitante quiser abordar. Exemplos de tópico que podemos desenvolver: abordagem sistêmica, hortaliças sem tóxicos , noção de CAPEX/ OPEX na agricultura, biomimética, reciclagem, economia circular e Cradle to Cradle, etc
Respondemos geralmente em 2 ou 3 dias.Se você ainda não recebeu uma resposta após uma semana pode ser um problema técnico. Neste caso, envie um e-mail diretamente para
anovafloresta.mail@gmail.com
Clique aqui para acessar ao formulário Google de inscrição.
A bioconstrução se apoia sobre um material quase universal no Brasil: o barro. O barro é uma mistura de arreia e argila, em proporções variáveis. Aqui no sítio Anovafloresta temos uma proporção de 30% de argila e 70% de arreia, uma boa proporção para qualquer tipo de bioconstrução. O barro tem uma resistência à compressão igual ao concreto. As duas diferenças são a falta de elasticidade e fragilidade a respeito da água. A concepção duma casa de bioconstrução deve obéir a essas regras para obter uma construção que pode durar milhares de anos. Neste vídeo explicamos como a falta de elasticidade e o impacto das vibrações podem ser resolvido com um design adaptado.
Os cursos Anovafloresta
A Permacultura (Abordagem Sistêmica) e a Bioconstrução permitem de estudar, estimular e em fine dar as ferramentas necessárias para arquitetar um mundo adaptado a nossos desejos de equilibro humano.
Nosso programa de formação focaliza-se na relação entre prática e teoria e inclui a prática de construção de um habitat confortávele saudável de baixo impacto ambiental com as técnicas de construção seguintes;
Processamento orgânico de revitalização estética e social
Paisagismo arquitetural otimizado para a autonomia energética, o reciclagem e a produção integrada de alimentos orgânicos, completos e sustentáveis localmente
influência da biomimética na fusão entre Permacultura e urbanismo;
Video falando das particularidades da Formação na bio construção no centro de Permacultura e Bioconstrução Anovafloresta
Produção de tijolos de Adobe
A bioconstrução não só é construir um habitat, mas a integração desse hábitat na dinâmica de um ecossistema vivo sustentável (ecológico, social e econômico) . A casa é posicionada no ecossistema, ela vai entrar em relação com os serviços do ambiente (fluxo e conservação de água limpa, proteção contra o calor, proximidade com a Horta, o jardim, a floresta…) e produzir serviços de volta para o ecossistema (fonte de nutrientes para a horta, nos de logística para a circulação humana dentro do ecossistema , aproveitar a água da chuva para a gente e o Jardim, …). A casa é o espaço onde o ser humano entra em relação com o mundo exterior; natural, social e criador de valor.
Na prática
A arquitetura orgânica deve pegar sua estrutura dentro de um gênio para ser integrada no meio ambiente o que significa que precisa de um padrão, uma arquitetura significativa, um esqueleto que corresponde a uma função. Sem direção o desenvolvimento orgânico é essencialmente uma projeção fractal sem força estrutural, sem função ativa e sem capacidade de integração útil no ecossistema. Utilizar terra para subir paredes precisa ir junto com um papel de integração do ser humano. A construção com terra é um processo lento que inclui autonomia, observação, papel e o tempo para a criatividade. Nossa ambição é de compartilhar uma realidade;
simplificar e capacitar os processos de construção
transferir conhecimentos para permitir produtividade e criatividade na bioconstrução.
Comparação entre as técnicas de bioconstrução com terra
Tabua dos critérios econômicos
Critério
Técnica
Labor
Custo
Velocidade de construção (*)
Adaptação aos recursos locais (**)
Adobe com forma
[–]
Principalmente o labor de produção da massa.
[+]
[–]
Produção da massa precisa tempo. Uma betoneira pode ser utilizada. Construção é clássica
[+]
Precisa duma estrutura de madeira, recurso que pode faltar localmente
Adobe com prensa (***)
[+]
[–]Precisa investir numa prensa (3000 reais)
[+]Precisa umidificar o barro e quebrar as “pedras” de barro
[+]
Idem Adobe clássica
Pau a pique
[+]
[+]
[+]Precisa de esperar que cada camada é seca para passar segunda mão.
[+]
Hiperadobe (****)
[-]
A largura dos parede significa manutenção duma grande quantidade de barro
[-]
Falta de concorrência nos produtores / distribuidores de linguiça de Raschel e o material fica caro.
[+++]
[+++]A possibilidade de fazer curvas permite de não utilizar uma estrutura de madeira. Em caso de paredes retos um cruzamento dos paredes permite estabilizar a estrutura
Taipa
[-]
Idem Hiperadobe
[-]
Precisa de equipamento para levar os paredes.
[+]Mas sofisticado o equipamento mas rápida a construção e mas caro o equipamento.
[+]
Precisa duma estrutura de madeira, recurso que pode faltar localmente
Garrafas PET (***)
[+]
[+]
[+]
[-]Precisa de ter garrafas PET em grande quantidade
(*) A Bioconstrução é uma técnica que permite um desenvolvimento lento. A construção pode se fazer de uma maneira continuada o que não é o caso do cimento que precisa uma logística particular.
(**) Adaptação aos recursos locais ; A bioconstrução e uma atividade local (para evitar energia incorporada desconhecida = custos de extração / transformação / transporte) para ser ecológica. Um material pode ser ecológico mais se precisa de adicionar material que não são locais a balancete do resultado final não é ecológica.
(***) Garrafas PET pode ser enxadas de sacos plásticos (reciclagem) e utilizadas como tijolos.
(****) Superadobe e a técnica que foi desenvolvida antes do Hiperadobe. Não utiliza Raschel para permitir a coesão entre as camadas; utiliza arame farpado.
Tabua dos critérios em relação com a arquitetura
Critérios
Técnicas
Versatilidade do design
Inércia térmica
Dicas
Adobe com forma
[++]
As curvas são mais difícil de obter que o Hiperadobe mais a largura mais fina dos paredes permite a integração de garrafas de vidro e outros elementos decorativos.
[+]
E possível criar formas de qualquer tamanho; largas, quadradas, triangulares, etc…A construção de parede é um exercício legal.
E conselhado produzir uma boa quantidade de tijolos antes de começar a construção.
Adobe com prensa
[+]
As prensas tens uma forma predefinidas
[+]
Prensas geralmente permitem de fazer tijolos com buracos interiores para passar cabos o estruturas armadas.As pessoas que utilizam prensas geralmente colocam 10% de cimento no barro para estabilizar os tijolos. E menos ecológico e impede a boa respiração da casa.
Pau a pique
[+]
As curvas são difícil de obter.
Tem a possibilidade de utilizar a estrutura de madeira e a retratação da argila para criar acabamentos “rústicos” e lindos.
[+]
Pau a Pique permite a construção rápida de muros de baixa qualidade que pode ser uteis em relação com a proteção de animais o para o armazenamento de material.Não é conselhado utilizar arame na fixação da estrutura de madeira para não criar monstros híbridos (conceito Cradle to Cradle).
E conselhado também utilizar madeira resistente as pragas. Por exemplo Bambu de construção com pouca celulosa.
Hiperadobe
[+++]
Hiperadobe facilita a criação de estruturas curvas. Superadobe facilita a criação de domos.
[+++]
O desenvolvimento dessa técnica pode mudar o sector de produção de raschel e baixar os custos e aumentar a diversidade dos diâmetros das linguiças de raschel.
Taipa
[-]Os paredes precisam ser rectos.
[+++]
Essa técnica tem a capacidade de ser industrializada e produzir habitações ecológicas no segmento dos consumidores clássicos.
Garrafas PET (***)
[+]
[++]A falta de inercia térmica é compensada pela alta insulação
A flexibilidade das garrafas impõe um ratio importante de barro / garrafas para segurar a estrutura.
Na monocultura você pode considerar que são utilizados somente 2 dimensões do espaço; só precisa de imaginar um campo com cultura de soja para ver que ele representa um plano que pode ser curvo, seguindo os contornos da paisagem.
Uma particularidade da Permacultura é de utilizar o máximo as três dimensões do espaço. Vamos ver qual são os impactos sobre a riqueza do ecossistema e porque é importante de adicionar uma dimensão (a dimensão vertical) para otimizar a produção biológica;
Aproveitar a luz
No caso da monocultura tem muita perda de energia do sol porque um plano não é muito eficaz para aproveitar todo os raios luminosas que caim verticalmente. Essa perda não somente representa uma perda na criação de biomassa mais também representa uma polução (calor) para o ecossistema do sol e pode machucar os microrganismos, impedir a fotossíntese por causa de temperaturas elevadas e secar o solo.
O primeiro fator a considerar no caso da agricultura nos trópicos é a forca do sol. Para ter uma ideá; tem 7 vezes mas luz nos trópicos que na Inglaterra. Essa luz vai ter uma capacidade decuplicou para travessar os diferentes andares de vegetação e dar seus nutrientes fotônicos aos diferente tipos de plantas. Além disso não precisa de ficar nos trópicos para utilizar e otimizar a distribuição da luz aos diferentes andares de plantas. Esse pode ser feito com um manejo inteligente da localização das plantas, dependente dos tamanhos e volumes do dossel, a poda e a rotação das especies ao longo do tempo incluindo os requerimentos delas no ciclo de vida delas. Uma planta vai precisar de sombra e a umidade superficial do solo quando jovem, de mais luz quando adolescente et de diferente valor da intensidade solar durante a frutificação. O manejo da filtração da luz através de todos os andares de vegetação pode ser simplificada com três etapas;
No momento de plantar, vamos imaginar a situação da planta adulta e a preferencia dela em relação a
frutificação dela se é uma planta produtiva de alimentos ou
a participação dela no ecossistema se é uma planta de suporte incluindo a capacidade dela a ser podada intensivamente ou
o ciclo de vida dela se é uma planta produtiva de madeira o de biomassa que vamos substituir do ecossistema in fine ou gradualmente.
No momento da frutificação (ou antes ou depois), vamos dar prioridade a frutificação e adaptar a poda e o esclarecimento da vegetação mais alta dependente dos requerimentos da especie que pode ser recoberta. Não é trivial, tem especie que precisam de muito sol nessa fase e outra especies que precisam de um pouco de sombra.
No momento da criação de serapilheira (poda), ou cobertura morta, utilizada para ajudar a produção de húmus na camada superficial do solo.
Aqui é importante de saber que um ecossistema não é realmente produtivo quando ele atender o clímax. Para melhorar a produtividade precisa de cortar arvores, podar e criar novo ciclos de plantação e crescimento de uma maneira sustentável, guardando a estrutura protetiva da floresta. Nessa perspetiva a criação de cobertura morta se conjuga com esses ciclos de transformação e regeneração.
A poda geralmente é feita no começo do período da chuva. Uma outra particularidade das plantas é que a evapotranspiração global de um ecossistema vai ser menor com plantas altas, razoá porque não é indicado de podar durante o período da seca.
O trabalho de fertilização e de aumentação da profundidade da camada fértil parece evidente. Vai aumentar o volume de recursos (água, nutrientes, oxigenação, etc.) disponíveis para as plantas. O que vamos ver aqui são mas as técnicas esculturares para criar substratos tridimensionais locais.
Circulo de Bananeiras; essa técnica permite de construir um edifício de biomassa onde as raízes vão se desenvolver. Essa técnica utiliza as bananeiras como uma barrieira que permite a acumulação de biomassa (troncos de bananeiras, folhas,…) . Essa arquitetura pode ser utilizada também com coqueiros que tem a particularidade de ter raízes horizontais superficiais competitivas. Desse jeito podemos densificar a presencia de coqueiros e projeitar o desenvolvimento horizontal numa direção vertical. As raízes dos coqueiros vão invadir a colona de biomassa que fica prisoneira dentro do circulo.
Tem outras técnicas que permitem de jogar com essa noção de desenvolvimento vertical da rizosfera, por exemplo o jardim vertical de batata doce que é uma construção cronológica.
Aumentar o volume de retenção da água e o acesso aos nutrientes do solo
A presencia duma floresta com raízes profunda e uma boa camada de húmus vão permitir absorber a água da chuva, reduzir a evaporação e prevenir a erosão. Essa água vai se infiltrar verticalmente e uma parte vai ficar ao nível da rizosfera e a outra parte encher as napas freáticas criando uma umidade as vezes disponível para as plantas. As plantas com raízes profundas vão extrair e compartilhar a umidade profunda com as raízes das plantas que ficam nas camadas mais superficiais do solo. Na monocultura uma vez que a umidade se infiltra verticalmente fora da captação das raízes todas as plantas vão sofrer da falta de água. Essa falta de andares na estrutura da rizosfera é também um problema na captação de nutrientes, particularmente no casa das plantais anuais que não desenvolvem muito simbiose com fungo que ajudam nesse processo.
Quando não tem a existência de floresta (no começo do processamento de reflorestação) a Permacultura geralmente utiliza as valas de infiltração para transformar os fluxos horizontais de água da chuva (criando erosão) em fluxos verticais (geralmente com um angulo lateral).
Utilização do relevo
Se você me da a possibilidade de escolher entre um terreno plano horizontal e um terreno com uma diversidade de relevo não vou hesitar uma segunda e escolher par o terreno que tem diferencias de alturas. A razão desse escolho é a capacidade de utilizar a forca de gravidade. Posso desenvolver uma floresta encima e utilizar a gravidade para facilitar o fluxo de biomassa. Posso criar um tanque de água no ponto chave e utilizar essa água quando preciso, posso observar que a evolução geológica do terreno fiz uma transformação da camada superficial e se aqui tem muita arreia aqui tem muita argila, aqui muita mateira orgânica e aqui muita umidade, etc.. Toda essa variedade vai criar muitas niches e oportunidades diferentes que posso utilizar para aumentar a riqueza do ecossistema. A dimensão vertical pode ser visto aqui com uma escada quântica (desculpa para utilizar essa imagem finalmente bastante simples do eléctron que passa duma orbita a uma outra liberando o absorbendo energia) que cria diferencia de potencial, uma disponibilidade de energia sustentável.
O relevo permite a criação duma dinâmica física utilizando a dimensão vertical.
A dimensão biológica
Ao final me parece importante de falar duma noção muito importante na Permacultura e nos ecossistemas; a relação entre os elementos. Um ecossistema pode ser visualizado como um problema de teoria de grafos, um domínio das matemáticas que estuda os teoremas que descrevem os passeios entre puntos. Cada elemento de um ecossistema é un “Nó” cada interação entre elementos é uma “Passeio”. Nessas matemáticas pode se mostrar que a complexidade de um sistema de 3 dimensões é muito mas importante que dentro de um sistema com 2 dimensões. Isso significa, quando aplicado em um ecossistema, mais interações, o que significa; mas riqueza e resiliência biológica.
A terceira dimensão de um punto de vista da biologia permite a criação duma dinâmica biológica adicional.
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