David Holmgren definiu 12 princípios como base para o design e acompanhamento de fazenda de Permacultura. Estes princípios podem ser divididos em duas famílias de 6 cada um com uma tipologia diferente.
– 6 princípios pode ser ligado a um objecto estrutural sistêmica
– 6 princípios pode ser ligado a um processo de design e desenvolvimento sistêmica numa perspectiva agroecológica.
Os 6 Princípios relacionados com a estrutura sistêmica de um ecossistema

(O que é uma estrutura sistêmica)
12 Principios da Permaculture – Conceitos – estrutura ecosistemica
Quando abrirmos os 6 princípios estruturais numa dimensão mais geral podemos adicionar as valores seguintes:
2 – Capturar e armazenamento de energia e recursos naturais. (pode ser água, nutrientes orgânicos, etc.)
4 – Usar & valorizar recursos e serviços renováveis internos no ecossistema (processos = ciclos fechados híbridos; biológicos e técnicos)
6 – Não produzir resíduos – (por definição um resíduo não e ativo e pode ser considerado externa ao sistema, um recurso que se perde. Si é polução vai impactar também o sistema.) – diminuir os fluxos saindos. Compartilhando excedente é também relacionado ao fluxo saindo mais faz parte dos 3 princípios da ética
8 – Integrar ao invés de segregar; crescer e otimizar as interações entre elementos (o subsistemas)
10 – Use e valoriza a diversidade; multiplicar as interações positivas
11 – Usar bordas e valorize o marginal; experimenta as limites (criação, modificações, permeabilidade, …)
Os 6 Princípios relacionados com o processo de desenvolvimento em uma abordagem sistêmica

12 Principios da Permaculture – Conceitos – Desenvolvimento Sistemica
Nesta perspectiva os 6 princípios da permacultura são definidos de forma a orientar o processo de construção e o seu acompanhamento.
As principais 3 fases (cronológicas) que impactam o desenvolvimento são:
– objetivo humano de integração,
– design em um paradigma ecossistêmica,
– monitorar e estimular (simular) o sistema.
De novo podemos adicionar alguns atributos nas regras dos 12 princípios
3 – Obter um rendimento. Não e somente integrar o humano no ecossistema da fazenda e produzir, mais é também integrar a realidade econômica e biológica dentro de um ecossistema maior ja existente.
4 – Aplicar autorregulação e aceitar feedback – somos responsáveis do design que desenvolvemos e temos que monitorar a integração da fazenda e da sua produção no ecossistema global. No mesmo tempo que modificamos o ecossistema local nos adaptamos a ele e adaptamos o ecossistema local ao ecossistema global.
7 e 12 – Design partindo de padrões para chegar aos detalhes e Use criativamente e responda às mudanças. Os ciclos híbridos (biológicos e técnicos) tem dimensões espaciais e temporais que tem que ser integrados ao design, onde se exprima a criatividade. Ver um exemplo de imbricação entre os dois princípios.
9 – Use soluções pequenas e lentas quando fica na fase de monitoramento. A fase de monitoramento começa quando tem risco de impacto negativo dos ciclos existente incluindo solução que não funciona. O assumpto é também que os ciclos biológicos são já otimizados para salvar energia e ter um bom rendimento (input/output). Não precisa de investir em massa (soluções maiores) para intentar fazer economia de escala.
1 – Observe e interaja … e observe o resultado da interação e interaja de novo … etc. Ciclos curtos de simulação e estimulação são próximos nas ferramentas ecossistêmicas e na biomimica.